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Entrevista com André Guidolin sobre a cadelinha Dolly

André Guidolin e sua cadelinha Dolly
André Guidolin e sua cadelinha Dolly

Entrevista realizada com André Guidolin, morador da cidade de São Leopoldo no Estado do Rio Grande do Sul.

André tem como parte da família a cadelinha Dolly, embora atenda também pelo apelido de Dodô.

O pet é uma mistura de Fox Paulistinha com vira-lata; assim como diz André, uma “semi-salsichinha”.

Como conheceu a Dolly?


Tudo começou em fevereiro de 2009, quando trabalhava em uma empresa que em sua área havia vários prédios que funcionavam como departamentos.

Entretanto, precisei visitar o setor de tecnologia e encontrei uma cadelinha, completamente perdida e sendo alimentada pelos funcionários.

Diante daquela cena, fiz um propósito que se acaso ela estivesse naquele local no dia seguinte, iria adotá-la.

Como resultado, ela completou dez anos como membro da minha família.

Qual foi a maior travessura?


Minha casa tem dois andares, assim, na tentativa de impedi-la de subir a escada, coloquei um varal como bloqueio. No entanto, os degraus são abertos por trás.

Ela surpreendentemente deu a volta pelos fundos da escada e, na abertura, conseguiu driblar o varal e subir.

Com toda a certeza, foi impressionante a esperteza deste animalzinho.

O que Dolly mais gosta?


Ela ama ser sombra, ou seja, gosta de estar ao lado sempre, não importando o momento.

Quer seja para ir em qualquer cômodo da residência, ou até mesmo no quintal, o prazer dela é ficar próximo.

Qual é a importância dela para você?


Com sua permanência em nosso meio há 10 anos, torna-se difícil dissociar ela da família, pois é parte integrante do nosso círculo afetivo.

Dessa forma, quando viajamos e não temos a oportunidade de tê-la conosco, sentimos muita falta de sua companhia e carinho.

Hoje, seria difícil só de pensar em viver sem a Dolly ao nosso lado.

Que mensagem deixa para quem pretende ter um animalzinho de estimação?


Então, é muito importante um bichinho de estimação em nossa vida, se ainda não tem, que o tenha.

Contudo, valorizando a oportunidade de adotar de forma consciente, pois existem muitos anjinhos perdidos e sofrendo sem um lar.

Dessa forma, quando fazemos o bem ele dissemina, neste caso, fornecendo novos lares aos que amam de forma incondicional.

Enfim, a equipe do Portal Vida Pet agradece pela entrevista concedida.

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